Saiba quais alimentos você pode trazer da sua viagem

Taboa de alimentos.

Quando viajamos, temos experiências maravilhosas com comidas locais! É claro que sempre bate aquela vontade de levar um pouco para o Brasil. Mas sabemos que os países podem ser muito rigorosos com o que entra e o que sai de comida. No entanto, para facilitar as suas vontades de viajante, o Diário de Navegador coletou algumas informações que irão te ajudar a organizar uma bela mala cheia de alimentos permitidos!

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Para ser possível transportar alimentos entre os países, é sempre importante pesquisar o que cada país permite e proíbe. Tive a triste decepção de assistir o meu doce de leite e um salame artesanal serem destruídos e irem para o lixo quando voltava da Argentina para o Brasil. Não desejo isso para mais ninguém! Por isso aconselho sempre: pesquise as regras de cada país!

Para facilitar seus desejos, reunimos informações sobre a entrada e saída de alimentos do Brasil! A primeira coisa a se lembrar, é que os países criam essas regras para proteger a agropecuária local.

Alimentos de origem animal

O Ministério da Fazenda sempre foi muito rigoroso com essa categoria. Alimentos como carnes, queijos, presuntos, doces de leite… sempre foram proibidos. No entanto, no início de 2016, o Ministério resolveu abrir as portas do Brasil para esse tipo de alimento. Antes, era a falta de regulamentação que impedia a entrada desses produtos.

Leia mais sobre a liberação aqui!

Mesa de frios.

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Alimentos de origem vegetal

Para os vegetais a regra ainda é um pouco severa. Vegetais frescos, in natura, assim como plantas, sementes, peles e tabaco não podem entrar no Brasil. Produtos de origem vegetal com um grau de processamento maior estão liberados para viagens internacionais.

Exemplos de produtos liberados: óleos, álcoois, frutos em calda, chocolate, café torrado e moído, gomas açucaradas, sucos, corantes, frutas e hortaliças pré-cozidas, vinagre, picles, polpas, vegetais em conserva, arroz, farinha e erva-mate industrializada.

Garrafas de azeites e vinagres.

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Vinhos

Como dito acima, bebidas alcoólicas estão liberadas, mas no caso do vinho, existem algumas regrinhas para a entrada. O limite máximo é de 12 garrafas de uma mesma marca ou até 18 garrafas de marcas diferentes.

Garrafas de vinho.

Conheça as 6 regras que você precisa conhecer antes de viajar!

Outros

Vale destacar que para cigarros, o máximo permitido são 12 maços com até 20 unidades cada. Álcool em geral, com a exceção de vinho, é cotado em 12 litros por passageiro – as unidades podem variar. Quanto aos charutos, apenas 25 unidades são permitidas. Para fumo, está liberado trasportar 250 gramas. No freeshop de desembarque no Brasil, ainda é possível adquirir mais 24 unidades de bebidas alcóolicas!

Garrafas de cerveja.

NOTA: a fiscalização acontece apenas no país de destino, nesse caso, no Brasil.

Bagagem de mão

Para voos nacionais, é permitido levar até 4 garrafas na bagagem de mão! O volume pode variar, só não pode passar de 1 litro a unidade. Atenção a porcentagem de álcool, que não pode ser maior que 70%!

Já para voos internacionais, o máximo permitido são garrafas de até 100 ml – a soma não pode ultrapassar um litro! Lembrando que esta soma inclui também, água, desodorante, perfume… então use com sabedoria e despache o que realmente não precisa ir na bagagem de mão!

Mala pequena aberta.

Como transportar

Hoje existem muitas opções que ajudam no transporte de alimento, principalmente das bebidas. Como as garrafas costumam ser frágeis por serem de vidro, todo cuidado é pouco!

Wine skin

Para quem quer investir um pouco mais, existem opções como a wine skin, que é uma especie de segunda pele de plástico bolha em formato de garrafa. É possível encontrar em lojas de vinhos ou na Amazon!

Jet bag

Além disso, é possível usar uma jet bag para proteger suas garrafas. É um pouco mais elaborada que a wine skin. Isso porque é uma bolsa plástica com a habilidade de absorver líquidos caso a garrafa quebre. Não queremos garrafas quebradas! Mas pior que ficar sem a garrafa e ter ela quebrada e suas coisas todas sujas! Também pode ser encontrada em lojas de vinhos ou na Amazon!

Caixa de isopor

Tem ainda a velha companheira caixa de isopor. É um pouco mais difícil de usar, pois ocupa mais espaço na mala. No entanto, preteje bem suas garrafas. Procure nas distribuidoras de bebida ou supermercados!

Plástico bolha

Por fim, para aqueles que não pretendem gastar uma graninha maior com a proteção das garrafas, é sempre uma opção usar plástico bolha! Quando trouxe minhas garrafas da Europa, comprei um rolo enorme de plastico bolha por 8 euros. Embalei tudo no estilo mochilão e enrolei no meio das roupas. Funcionou, pois chegou tudo inteiro. 🙂


Lembre-se de sempre conferir se as embalagens estão bem informativas em relação ao produto e se contém o selo de exportação. Ele pode variar para cada país e serve para que você não tenha de deixar nenhuma delícia para trás! O selo está presente em produtos mais industrializados e pode ser cobrado na chegada ao Brasil. Então evite trazer produtos comprados em feiras, por exemplo.

Mesmo que alguns alimentos sejam permitidos entrarem no Brasil sem quantidade específica, não exagere nas unidades do mesmo produto! Isso pode chamar a atenção desnecessária de algum fiscal e ele pode decidir que você está levando demais 😛

FONTE: Ministério da Agricultura e Receita Federal do Brasil.


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Escrito por
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